Quarto Compartilhado: Nossa Experiência

Quarto Compartilhado: Nossa Experiência

Quando engravidamos (digo nós porque acredito que o homem também entra nessa) não tínhamos a intenção de fazer a cama compartilhada e decidimos que nosso filho Romeo iria dormir no quarto dele.

E montar o seu quarto foi incrível: escolher os móveis, qual cor pintar as paredes, pendurar cortinas e quadros, dobrar e separar as roupas por tamanho, escolher qual seria a gaveta onde ficariam as fraldas, pomadas e discutir onde o papai iria colar as nuvens metricamente alinhadas (rs). Tudo o que fazíamos no quarto do bebê era um evento e criamos um ambiente com muito amor para receber nosso filho.

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Confesso que quando grávida passei muito tempo lá e até hoje é o meu lugar preferido em casa!

Mas quando o Romeo nasceu foi diferente.

Como assim deixar meu bebezinho dormindo no seu quarto? Longe de mim?? Jamais!! E se acontecer alguma coisa e eu não ver? E se… e se… e se…

Foi assim que ele passou a dormir no moisés do carrinho (ao lado da nossa cama, em nosso quarto), nos primeiros meses foi a melhor escolha que fizemos, já que a demanda das mamadas e cuidados eram constantes. Fora eu acordar inúmeras vezes para ver se ele estava respirando (quem se identifica?)

E o quarto dele continuava lá.

Com o passar o tempo o moisés ficou pequeno e desconfortável. Sempre que ele acordava, eu e meu marido acordávamos juntos e comecei a pensar que não precisaria nós dois acordados ao mesmo tempo… meu marido tinha uma jornada de trabalho no dia seguinte e eu no período de licença maternidade, poderia descansar durante o dia. Então, resolvemos juntos que faríamos a transição do Romeo para o quarto dele e comigo junto (claro!)

E eu permaneci lá por algumas noites, Romeo dormia no berço e eu na cama ao lado.

Todo resmungo, respiração ofegante ou barulhinho lá estava eu saltando da cama rapidamente.

E meu quarto continuava lá!

Depois de um período eu notei que a minha presença no quarto do Romeo estava se tornando desnecessária, que não precisava eu pular da cama toda vez que ele sonhava ou se virava no berço.

E começamos a transição para eu voltar ao meu quarto.

Neste mesmo período havíamos feito a Consultoria do Sono, o Romeo aprendeu a dormir e minha confiança foi recuperada.

Hoje dormimos todos em seus quartos e acreditamos que seja saudável para nós e principalmente para ele que continuemos assim, achamos importante que o Romeo tenha o seu espaço e que ele saiba (desde bebê) que seu quarto é um lugar muito legal!

Ah e a mamãe e o papai continuam observando, mas agora com a ajuda da babá eletrônica!



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